Crise também é oportunidade para inovar

Stela Campos – Valor Econômico

Não há dúvidas entre os empregadores do país, sejam eles grandes ou pequenos, de que a economia brasileira vive um momento de incertezas. Mas, se para alguns setores isso significa cortar despesas e enxugar os quadros, para outros este pode ser um momento propício para encontrar boas oportunidades de negócios. Sob o ponto de vista da gestão de pessoas. a dicotomia é a mesma. A desaceleração nos negócios, afinal, também apresenta um lado positivo. Ao mesmo tempo em que ela exige direcionar o foco para o que realmente interessa, tolhendo excessos e até fazendo sacrifícios, também pode ser usada sabiamente para preparar e fortalecer as equipes para o futuro.

Entre as 35 empresas vencedoras nesta décima primeira edição de Valor Carreira, apontadas como as melhores na gestão de pessoas, a ordem tem sido manter os investimentos e as boas práticas voltadas para a área de recursos humanos. Para elas, mesmo quando o cenário está nebuloso, não perder de vista o horizonte é fundamental. “Atualmente pode existir um ciclo de baixa, mas a situação vai se reverter”, diz Franklin Feder, presidente da Akoa América latina e Caribe. Ele ressalta que a dinâmica do seu negócio, o alumínio, não é de curto prazo, pois envolve decisões com grandes aportes de recursos. “São projetos de décadas. Portanto, mesmo com a economia em um processo de depressão, qualquer decisão relacionada aos colaboradores terá um grande impacto no futuro. Leia mais

“Crise x Oportunidades – Perspectivas para 2016”

No dia 3 de dezembro será realizado, o XLVI Fórum RHDebates – um painel de especialistas que discutirá o tema “Crise x Oportunidades – Perspectivas para 2016” . O RHD pesquisou artigos e opiniões sobre o assunto que domina desde conversas entre amigos até programas de TV, congressos, simpósios e outros, e que serão aqui publicados. O nosso painel ficará a cargo de :

Claudia Marchi – Amil , Robson Castro – Agnis, Suzane Kubrak – Prime

Facilitadora: Claudia Klein – Argumentare

O vendedor de cachorros-quentes

Marcio Zeppelini Leia mais

Como o Google está combatendo o preconceito no trabalho

por Mariana Amaro – Revista Você SA – Abril/2015

Direto da Web - Grupo de Raças

No ano passado, o Google tornou pública uma pesquisa em que admite que a empresa tem baixo índice de diversidade. As mulheres, por exemplo, ocupam somente 21% dos cargos de liderança.

Os negros são apenas 2% dos funcionários. Agora, o Google quer conhecer a orientação sexual dos empregados para aumentar a representatividade de diferentes grupos no quadro. Na companhia, um dos principais contatos com a comunidade LGBT é Arjan Dijk, vice-presidente de marketing para pequenas e médias empresas.

O executivo participa do Gayglers, grupo criado há oito anos que se tornou referência para questões de diversidade na empresa. De passagem pelo Brasil, Arjan falou à VOCÊ S/A sobre como a companhia tenta combater os preconceitos inconscientes, aqueles que nem percebemos que reproduzimos.

VOCÊ S/A- Por que aceitou a missão de falar de diversidade em nome do Google?

Arjan- Eu me sinto um pouco como um modelo para os outros funcionários. Quando eu tinha meus 20 e poucos anos, não conhecia nenhum líder que assumisse ser homossexual e fosse modelo para mim. Eu precisava pesquisar sobre isso em livros na biblioteca, porque não dava para jogar no Google naquela época.

Hoje, posso mostrar aos jovens que não importam o histórico e a orientação, eles podem chegar a ser VPs de uma grande companhia. Um de meus funcionários, de 22 anos, graduado em Stanford, me contou que, pouco antes de começar a trabalhar, seu pai o chamou e disse: “Filho, cuidado, não diga a eles que você é gay porque pode prejudicar sua carreira”. É triste que haja jovens recebendo a mensagem de que é errado ser você mesmo. Leia mais