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Caderno do EU

Quando nascemos fomos programados pra receber…

Renato Russo

Nós nos desenvolvemos em um eterno embate entre aquilo que acreditamos ser o nosso “eu”(nossos desejos, aspirações, vontades, opniões, etc..) e o que aprendemos como coletivamente “normal e correto”.A vida em sociedade implica ser inserido em um contexto já existente. Ao nascermos esse grupo já está consolidado com seus hábitos, costumes, tradições, e muitas muitassss crenças sobre certo x errado, verdadeiro x falso e bem e mal.É exatamente nesse contexto que aprendemos gradativamente as noções do que é ser exatamente um indivíduo.

O grande cerne da questão é que se aprendemos com a Cultura quem nós somos, como devemos agir, nos comportar, sentir e falar, perdemos o sopro vital da auto-construção. É  claro que a cultura nos influencia de alguma forma, mas não podemos nos tornar robôs reproduzindo cegamente o código imperceptível e inconsciente que absorvemos quando crianças.O  desenvolvimento do nosso cérebro depende diretamente dessa capacidade de contestar, questionar, pensar, repensar quem somos, do que gostamos, em que acreditamos, quais direções estamos seguindo.

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D O E

Nós da área de humanas que lutamos para melhorar a qualidade de vida de indivíduos, nos deparamos no final do ano com a síndrome do renascimento, é a plena sensação que poderemos zerar tudo e ganhar um ano novinho de presente para nós, na verdade ganhamos, mas não é tão simples assim! Para o cérebro é um pouco mais complexo, do que um simples “desejo” passageiro de mudança.

 Em nossa rotina vemos claramente isso acontecer no tédio dos domingos e na euforia vazia e efêmera das sextas-feiras. Dentro de nós temos a ilusão inocente que poderemos redefinir todos nossos limites de tempo, escolhas, decisões e poderemos como num passe  de mágica mudar tudo por completo. Mas a euforia passa, o Natal, o Ano Novo, os domingos e as sextas-feiras…. A pergunta é: o que fazer?

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A Revolução do Cérebro

É fato a mutação que estamos vivendo hoje na esfera de gestão de pessoas. Muito tem se falado em investir em material humano, mas qual a forma mais efetiva e garantida de mensurarmos um retorno?

Mais do que gerir pessoas as empresas, precisam despertar para o novo desafio contemporâneo de aprender a gerenciar cérebros. O sucesso das empresas está diretamente ligado à capacidade da liderança moderna de aprender cada vez mais a gestão direcionada no cérebro humano.

Desde o surgimento da era do conhecimento, nos anos 80, e a década do cérebro, nos anos 90, repaginamos por completo o termo “mão de obra” que reduz o colaborador a um mero participante mecânico atuando de forma limitada dentro da empresa, foi justamente aí que surgiu a expressão “cérebro de obra”. Nesse exato momento as empresas descobriram o óbvio: as pessoas são melhores e produzem mais quando pensam!

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