LIV FÓRUM RHDEBATES

“Sua empresa já está preparada para o eSocial?”

O eSocial deverá estar implantado nas empresas a partir de janeiro/2018 e várias providências e adaptações se fazem necessárias. Os técnicos responsáveis pela implantação estão seguros quantoao novosistema de informações? O Planejamento está atualizado? Enfim “Sua empresa está preparada para o eSocial? As respostas para esta pergunta serão apresentadas por nossa palestrante Valquiria Cruz no dia 28 de setembro. Venha participar dos debates.

Sobre a palestrante: Valquiria Cruz é Gerente de Produtos na ADP desde 2012. Graduada em Engenharia da Computação pela Unicamp, Valquiria tem uma trajetória internacional e multidisciplinar no segmento de Inovação e Tecnologia e atuou em empresas como Promon, IBM e Motorola. Suas especialidades estão voltadas para Inovação, Gerenciamento de Produtos e Serviços e Estratégia.

Esclareça suas dúvidas, atualize seus conhecimentos quanto à nova legislação.

Aguardamos você no dia 28 de setembro.

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O profissional de Facilities do Futuro

“O profissional de Facilities do Futuro”

O profissional de Facilities do FuturoNo ultimo dia 20 de julho realizamos mais um fórum RHdebates, desta vez com Edson Sanromã, que apresentou o tema “O Profissional de Facility do Futuro”.

A presença de um excelente público, com a presença marcante de muitos jovens estudantes de administração e recursos humanos, que com certeza serão nossos profissionais do futuro, ajudou a formar um clima muito especial para aquela manhã de inverno do Rio de Janeiro.

Além dos jovens, nossa plateia também contou com profissionais de destaque na área de Facility que vieram prestigiar e engrandecer a palestra do Edson, sem contar com inúmeros de nossos frequentadores habituais.

O profissional de Facilities do FuturoDurante sua explanação podemos destacar as seguintes afirmativas e ensinamentos ofertados no decorrer da palestra:

  • A muitos anos esse profissional vem dando suporte total para as empresas, mesmo sem ser notado o Gestor de Facilidades, está ali pronto para te atender.
  • Manter, limpar, planejar, operacionalizar são algumas das funções desse gestor.
  • Ainda precisamos evoluir nos processos de gestão desses serviços e os profissionais de FM estão buscando mais conhecimento a cada dia.
  • Pesquisas realizadas pela ABRAFAC mostram que essas atividades são executadas por cerca de 44% de engenheiros, 33% de administradores, 2% de arquitetos e os outros 21% por demais graduações.
  • Mudar a comportamento, migrando de um perfil técnico para um perfil de cunho comportamental é o principal caminho do profissional que gerencia todos os serviços necessários para um empreendimento, seja ele em áreas comuns, privadas e públicas.
  • Atualmente temos 2 referências entre o eixo Rio e São Paulo. Um MBA na AVM – A vez do Mestre RJ e outro na USP, que possui um perfil de engenharia.
  • Esse profissional deve conhecer de projetos, sustentabilidade, Financas, tributação e gestão de pessoas.
  • Profissionais de Facilities devem estar prontos para os novos desafios e nova tecnologia, pois estão chegando os drones e novas visões sobre gestão, e assim sendo a elevação desse nível de serviço os tornarão mais sábios e os serviços melhores deixando o cliente mais satisfeito.

O profissional de Facilities do Futuro

Ao fim da explanação seguiram-se inúmeras perguntas e indagações, bem como, o sorteio de alguns livros oferecidos pela Qualitymark e brindes ofertados pela nossa nova patrocinadora a ADP.

"O Futuro do Trabalho"

“O Futuro do Trabalho”

O Brasil passa por uma séria crise com alto índice de desemprego; mas os números começam a dar sinal de melhora e precisamos repensar o mercado de trabalho pós-crise.

Mudanças tecnológicas e culturais sempre nortearam o desenvolvimento dos espaços de trabalho, que estão acontecendo cada vez mais rápido, englobando cada vez mais pessoas. O efeito dominó desses avanços e as mudanças em massa possuem impactos significativos na forma como as pessoas vivem e trabalham em todo o mundo. A tecnologia, em particular, tem permitido aos funcionários uma maior sensação de liberdade, eficiência e conectividade sem as limitações tradicionais de tempo e lugar.

Em 19/05/2017 John Mackenzie irá apresentar as conclusões, de pesquisa realizada em vários países, inclusive o Brasil, quanto ao futuro do trabalho.

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Ilustração: O Estudo do Fator Humano

O Estudo do Fator Humano

Comportamento humano, Música e Animação

Foto Adoniro Barbosa durante fórum

Conhece-te a ti mesmo e Principalmente aos Outros

O RHDebates traz para 2017 um time especial de palestrantes. Dando início ao ciclo, o primeiro convidado foi o parceiro de muitos anos, Adoniro Barbosa, especialista em RH, que realizou na última quinta-feira, 16 de março, no auditório da Amil, na Barra da Tijuca, a palestra “Conhece-te a Ti Mesmo e Principalmente aos Outros”.

Adoniro trouxe para debate a importância do autoconhecimento e de conhecer o outro, identificando o seu perfil dominante, com a finalidade de criar Rapport, ou seja, entrar em sintonia com o outro, prestando genuína atenção nele, se interessando pelo o que ele se interessa, para desenvolver um relacionamento de confiança.

Com música ao vivo, interação com o público e dicas de como utilizar melhor o sistema de compreensão objetiva do comportamento humano, a palestra proporcionou uma agradável manhã repleta de conhecimento.

Abaixo você encontra as diretrizes apresentadas por Barbosa para reconhecer os perfis dominantes:

  • Adoniro durante a palestraA primeira maneira de conhecer os tipos comportamentais é observando os gestos, o tom de voz, a forma de se vestir e as atitudes da pessoa. Ressaltando que a expressão corporal capta 55% da atenção do ouvinte;
  • Dentro desse estudo existem duas variáveis do comportamento humano: o grau de determinação e o grau de emotividade;
  • A partir das variáveis acima é possível identificar os perfis: analíticos, realizadores, amáveis e expressivos. Mas lembre-se que o ideal é conseguir perceber os perfis observando, sem perguntar diretamente para o outro. Para isso conheça melhor sobre cada perfil:
    • O perfil analítico possui baixa emotividade e baixa determinação. São pessoas que gostam dos detalhes, são concentradas e criteriosas, têm gestos reflexivos, tom de voz linear, usam roupas neutras e sob pressão costumam postergar as decisões, afinal eles querem as coisas bem feitas. Para se relacionar com este perfil é preciso ser minucioso e apresentar fatos;
    • O perfil realizador possui baixa emotividade e alta determinação. São pessoas que querem resultados rápidos, têm gestos impositivos, tom de voz firme, se vestem com roupas formais e são autoritários quando estão sob pressão. Para se relacionar com este perfil você precisa ser assertivo, apresentar resultados, sem enrolações.
    • O perfil amável possui baixa determinação e alta emotividade. São pessoas que agem com emoção, oferecem apoio e precisam do apoio do outro, são confiáveis, têm gestos não agressivos, tom de voz suave, usam cores e roupas discretas e quando estão sob pressão aceitam. Para se relacionar com este perfil você precisa demonstrar estima, carinho e familiaridade, apresentar garantias e dar apoio nas soluções;
    • O perfil expressivo possui alta emotividade e alta determinação. São pessoas que dificilmente passam despercebidas, gostam da notabilidade, são briguentos e lutam pelos direitos deles e do outro, têm gestos largos, tom de voz vivo e se vestem com roupas e cores alegres. Para se relacionar com este perfil você precisa dedicar atenção exclusiva, evitar enfrentamentos, buscar oportunidade para dar reconhecimento e agir com mais assertividade.
O Executivo na Essência

O Executivo na Essência

A quantidade de livros que nos dizem como ser melhores pessoas, gestores e cidadãos é incalculável. Entretanto, mesmo com tanta sabedoria disponível pouco conseguimos no intuito de construir um “ser humano” melhor.

O Executivo na Essência resulta de extensa pesquisa sobre os motivos que nos levam aos piores comportamentos de gestão. E atribui nossos comportamentos disfuncionais aos impactos da evolução da espécie humana nos comportamentos diários de cada pessoa. Uma faceta até então inexplorada.

Ironicamente, Jorge Fornari, qualifica seu livro como “desmotivacional” ao contrário daqueles que prometem muito nos explica porque é tão difícil realizar mudanças pessoais. Vai ao âmago das nossas limitações genéticas-sociais, mas indica a única janela por onde a mente sadia pode respirar: a consciência.

Como você pode ver o último fórum de 2016 será muito interessante.

Estamos aguardando você, pois sua contribuição nos debates é muito importante.

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Anti-crise! Choque motivacional…

A palestra teve como objetivo provocar reflexões sobre a necessidade de mudança e adaptação aos novos tempos.

Auditório/Amil

Auditório/Amil

A crise é uma chance de despertar!

O novo consumidor, a tecnologia, a nova atmosfera de consumo induzem as organizações mexerem em suas metas, objetivos e planos estratégicos.

O mundo volátil, instável, complexo e ambíguo carece de pessoas e profissionais mais ousados, criativos, desprovidos de preconceito e polivalentes. A sensibilidade para as oportunidades que são geradas através de livros, filmes, experiências cotidianas e laborais que alavancam o espírito empreendedor fundamental para a sobrevivência no século XXI.

A inteligência relacional e a inteligência técnica são complementares, nunca excludentes, porém, aqueles que não conseguirem trabalhar suas atitudes de forma mais positiva e com maior alinhamento às pessoas, terá dificuldades de desenvolver uma vida mais promissora.

O Brasil viveu um período econômico melhor até 2014, em seguida viveu um 2015 terrível e um 2016 de total desespero para muitas organizações que por medo do que fosse acontecer, dispensou 12 milhões de empregados que foram obrigados a repensar sua forma de vida, trabalho, emprego e consumo.

O aprendizado é pela dor!

O ano de 2017 será de ajustes e 2018 a economia retomará seus investimentos com um brasileiro mais atento, preparado e empreendedor.

Para o reaquecimento dos negócios é fundamental uma dose de otimismo

Mauricio Werner

Maurício WernerAutor do livro publicado pela editora Qualitymark, “Enquanto uns choram, outros vendem lenço”, Maurício Werner apresentou casos de empresas de sucesso e empreendedores que atentos à toda mudança, atropelaram a crise e oportunamente fizeram crescer os resultados.

Conteúdo apresentado no Fórum: PPT

Liderança Estratégica no Contexto da Gestão Organizacional

foto 1-Claudius D'Artagnan-Liderança Estratégica no Contexto da Gestão OrganizacionalA prática da liderança no ambiente organizacional tem sido ao longo dos anos, uma tarefa desafiadora para profissionais cuja trajetória resultou na oportunidade de comandar pessoas.

Teorias, modelos, literaturas e lições de renomados especialistas e gurus são abundantes. Entretanto, há que se perguntar: Qual a razão da dificuldade de inúmeros líderes em consolidar ações que realmente resultem em eficácia na gestão de pessoas?

Creio que a complexidade em gerir pessoas está na natureza das relações e interações sociais, aliada ao crescente nível das expectativas dos liderados, decorrente do acesso progressivo às informações e, por conseguinte, ao conhecimento.

Resumindo, os liderados ficaram mais exigentes como afirma o especialista em liderança Preston Bottger, renomado professor do IMD- International Institute for Management Development. Diz ele: “…quanto mais os gestores avançam como líderes, mais terão que lidar com pessoas de alto calibre e que sabem muito bem como conseguir o que querem, e que são mais difíceis de gerenciar”.

Neste contexto, os requisitos de um líder não se atrelam impreterivelmente a sua formação acadêmica, ou mesmo, a experiência comprovada de suas habilidades e conhecimentos técnicos. Outros requisitos mais complexos são exigíveis no currículo de um líder. São colocamos à parte, requisitos (valores) hors concours denominados universais como: ética, caráter, honestidade, integridade….

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Criatividade e Resiliência por Paulo Roberto de Souza

Criatividade e Resiliência: Como Inovar e Superar Adversidades

Resiliência…

“Os líderes aprendem ao exercer a liderança, e aprendem melhor ao liderar frente à obstáculos. Assim como as intempéries moldam as montanhas, os problemas moldam os líderes.” (Warren Bennis)

Por pior ou melhor que sejam as situações que enfrentamos, é certo de que tudo passará. Então nos cabe ficarmos atentos à jornada, atentos a como percorrer os caminhos, pois isto é que definirá os estados físico e emocional que se chegará ao final.

Muito esforço e energia é investido para que desafios sejam superados, adversidades vencidas ou padrões refeitos. Mas, dependendo de como este trajeto aconteça, em relação à qualidade dos relacionamentos interpessoais, do controle emocional, da moderação e da satisfação de cumprir cada etapa do caminho, o término de um objetivo ou de um projeto, mesmo que atingido, pode não ser algo significativo.

Por vezes, mesmo à frente de uma grande conquista, nem mesmo comemoram-se os resultados.

A esta altura da subida, não se trata mais de conseguir resultados a qualquer custo. A sustentabilidade é medida pelas respostas às perguntas: Leia mais

Empregabilidade em momentos de crise

Mais um dia de trabalho para a maioria das pessoas no escritório, menos para Cristina que, em cinco minutos, será chamada na sala do seu chefe e escutará o discurso que muitos têm escutado ultimamente: “o País está em crise, precisamos reduzir custos e, infelizmente, teremos que demiti-la”.

Este cenário vem se repetindo com constância em muitas organizações e representa a triste realidade em que nos encontramos hoje.

Algumas empresas têm conseguido se reestruturar, negociando a redução de carga horária com os funcionários e abolindo benefícios espontâneos como gratificações, bônus, cestas básicas, justamente para não demitir o seu pessoal, mas a maioria tem buscado na demissão em massa uma forma rápida de reduzir os custos e pagar as dívidas. Leia mais

Claudia Marchi

Claudia Marchi

Nossa galeria de perfis foi enriquecida por Claudia Marchi, que muitos conhecem e é uma das grandes amigas do RHDebates, agora vamos saber de mais dados de sua carreira. Diretora Brasil de Capital Humano da Amil-UHG, atuando há 22 anos na empresa. Carioca, Psicóloga pela Universidade Santa Úrsula, com pós-graduação em Marketing, MBA em Serviços […]

4º RHDebates Mulher cobertura completa

Antonina BuritiAconteceu no dia 17/03 a quarta edição do Rhdebates Mulher, com as palestras da executiva Antonina Buriti e da empreendedora Virna Elias, que falaram s obre o “Jeito Mulher de Liderar”.

Com uma plateia preponderantemente feminina, mas com alguns ilustres representantes masculinos, fomos brindados com duas palestras excepcionais.

A primeira a falar foi à executiva Antonina Buriti, que em sua abordagem inicial, discorreu sobre uma das mais fortes características femininas, que é a empatia.

Segundo ela, embora a empatia seja mais uma característica feminina, é uma das características essenciais para se tornar um líder efetivo, independentemente de ser homem ou mulher.

Em sua opinião para desenvolver esta habilidade mais dois ingredientes são necessários: saber ouvir e seguir a intuição.

Ambas as ferramentas nos auxiliam para nos colocar no papel do outro e, assim, melhor compreender as questões e direcioná-las de forma apropriada. Leia mais

Coaching: por que participar deste processo?

Você já ouviu que a Zona de Conforto é a mãe da Zona Morta?

Quantos de nós aprendemos, desde cedo, a estabelecer nossas metas?

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Harward identificou que apenas 30% dos pesquisados possuíam metas/planos por escrito e que após alguns anos, estes tinham rendimentos 10x maiores que aqueles que tinham suas metas apenas na cabeça ou que não tinham planos estabelecidos.

O processo de Coaching impulsiona sair desta Zona de Conforto para gerar crescimento pessoal e/ou profissional.

Afinal, o que é Coaching? Leia mais

Crise… espera um pouquinho que preciso tomar algumas decisões!

A palavra “crise” vem do grego “krisis”, que significa momento de tomada de decisão que leva a mudanças.

Na nossa cultura falar em crise tem uma carga pejorativa, como se estivéssemos falando de algo ruim. Quase sempre, como tudo, a crise pode ter um lado positivo, pois é uma chance de serem criadas novas oportunidades para inovações e melhorias de desempenho em todas as áreas de nossas vidas.

Em nossa própria história econômica nacional é um exemplo disso. Foram exatamente as crises que motivaram os empreendedores da época a abrir caminhos diferentes e alternativos para o crescimento, quando surgiram as grandes fazendas de café, produto que faz o Brasil ser o maior produtor e exportador mundial. Da mesma maneira também se deu o início da industrialização pesada, que posicionou o Brasil como destaque mundial.

Na área financeira, todas as crises que vivemos, sem exceção, tiveram uma mesma causa: o excesso de liquidez, ou seja, o crescimento da disponibilidade de dinheiro no mercado, geralmente por permissividade da autoridade pública, responsável por administrar os recursos.

Esses movimentos me despertam atenção e curiosidade. A alta capacidade humana de, frente às adversidades, procurar formas diferentes de continuar rumo aos objetivos. Ao mesmo tempo, quando os desafios são driblados e que as “coisas voltam a situação favorável”, somos capazes de esquecer os acontecimentos e relaxar com comportamentos que não deram certo no passado.

Provavelmente você já passou por muitos momentos adversos, em que foi desafiado a pensar “fora da caixa” e a tomar decisões que realmente fizessem diferença em sua vida, tanto profissional como pessoal. Mesmo depois de sofrer e de ter demorado para tomar tais decisões, pouco tempo depois pode perceber que já deveria ter feito o que fez. O receio de fazer diferente dá lugar ao arrependimento de não ter feito antes.

E isso é a primeira coisa que podemos aprender com as crises: elas nos impulsionam, às vezes nos forçam, a fazer o que temos que fazer e que, por alguma razão, estamos procrastinando, “empurrando com a barriga”. Leia mais

Crise também é oportunidade para inovar

Stela Campos – Valor Econômico

Não há dúvidas entre os empregadores do país, sejam eles grandes ou pequenos, de que a economia brasileira vive um momento de incertezas. Mas, se para alguns setores isso significa cortar despesas e enxugar os quadros, para outros este pode ser um momento propício para encontrar boas oportunidades de negócios. Sob o ponto de vista da gestão de pessoas. a dicotomia é a mesma. A desaceleração nos negócios, afinal, também apresenta um lado positivo. Ao mesmo tempo em que ela exige direcionar o foco para o que realmente interessa, tolhendo excessos e até fazendo sacrifícios, também pode ser usada sabiamente para preparar e fortalecer as equipes para o futuro.

Entre as 35 empresas vencedoras nesta décima primeira edição de Valor Carreira, apontadas como as melhores na gestão de pessoas, a ordem tem sido manter os investimentos e as boas práticas voltadas para a área de recursos humanos. Para elas, mesmo quando o cenário está nebuloso, não perder de vista o horizonte é fundamental. “Atualmente pode existir um ciclo de baixa, mas a situação vai se reverter”, diz Franklin Feder, presidente da Akoa América latina e Caribe. Ele ressalta que a dinâmica do seu negócio, o alumínio, não é de curto prazo, pois envolve decisões com grandes aportes de recursos. “São projetos de décadas. Portanto, mesmo com a economia em um processo de depressão, qualquer decisão relacionada aos colaboradores terá um grande impacto no futuro. Leia mais

“Crise x Oportunidades – Perspectivas para 2016”

No dia 3 de dezembro será realizado, o XLVI Fórum RHDebates – um painel de especialistas que discutirá o tema “Crise x Oportunidades – Perspectivas para 2016” . O RHD pesquisou artigos e opiniões sobre o assunto que domina desde conversas entre amigos até programas de TV, congressos, simpósios e outros, e que serão aqui publicados. O nosso painel ficará a cargo de :

Claudia Marchi – Amil , Robson Castro – Agnis, Suzane Kubrak – Prime

Facilitadora: Claudia Klein – Argumentare

O vendedor de cachorros-quentes

Marcio Zeppelini Leia mais