Coaching: por que participar deste processo?

Você já ouviu que a Zona de Conforto é a mãe da Zona Morta?

Quantos de nós aprendemos, desde cedo, a estabelecer nossas metas?

Uma pesquisa realizada pela Universidade de Harward identificou que apenas 30% dos pesquisados possuíam metas/planos por escrito e que após alguns anos, estes tinham rendimentos 10x maiores que aqueles que tinham suas metas apenas na cabeça ou que não tinham planos estabelecidos.

O processo de Coaching impulsiona sair desta Zona de Conforto para gerar crescimento pessoal e/ou profissional.

Afinal, o que é Coaching?

  • A primeira lição é que é um Processo e não um fim. Quanto mais rico for, maior será o resultado. Quanto mais o Coachee se envolver e se comprometer, melhor será o processo.
  • É um suporte para o crescimento pessoal e/ou profissional baseado na reflexão e nas atividades propostas
    Proporciona um olhar para o futuro – “coloca pernas nos sonhos”
  • É aplicado para aumentar o nível de resultados positivos nas diversas áreas da vida da Pessoa, do Grupo ou da Empresa
  • Utiliza instrumentos de avaliação e, através de técnicas, contribui no processo de pensar e encontrar soluções

Não é Terapia, Aconselhamento, Consultoria e, o mais importante, não oferece respostas prontas ao Coachee.

  • Consultoria: realiza o diagnóstico, entrega uma solução pronta e implementa ou não;
  • Mentoring: ensina, informa o caminho, tem expertise no assunto e acompanha
  • Aconselhamento: informa o que deve ser feito baseado em sua própria experiência

Um aspecto interessante do coaching é que não é necessário haver sofrimento para se alcançar o objetivo pois o trabalho tem foco na felicidade e nas expectativas positivas em relação à ele. Nos ajuda a potencializar o que já temos ou eliminar o que nos impede de alcançarmos nossos objetivos.

O foco é auxiliar o Coachee a expandir entendimentos, a explorar opções, a promover a tomada de decisões, a eliminar limitações e a desenvolver estratégias para melhorar o desempenho no trabalho ou na vida pessoal, aumentando sua qualidade de vida.

Se é um processo, a atuação dos 2 participantes é vital para o sucesso! Coach e Coachee formam uma unidade, integrada e em busca do sucesso.

A função do Coach é fazer perguntas diferentes, que quebrem a rotina de pensamento do Coachee. Nós somos capazes de mudar as variáveis/fatos externos somente se formos capazes de mudar nosso modelo mental. Eis, aí, a grande chave para a mudança!

Coaching Fátima Maciel - ilustração 1

Cognitivo Emocional Comportamental

Outro ponto fundamental no processo de Coaching é identificar e trabalhar os sabotadores e os padrões do processo mental do Coachee, auxiliando-o a encontrar novas formas de comunicação. Trazê-los à luz da consciência permite que possamos questioná-los e identificarmos sua influência em nossa vida, e assim, modificar a forma como atuamos.

A relação durante o processo de Coaching demanda uma boa dose de disponibilidade interna do Coachee para a reflexão e para a mudança, mas exige também uma grande dedicação do Coach tanto durante o processo, quanto antes e depois de cada sessão. Para mim, o Coach possui uma robusta “caixa de ferramentas” que deverá ser usada em função de cada necessidade do Coachee.

Além disto, algumas competências são fundamentais ao Coach, dentre elas:

  • Empatia, pois é a base para a confiança
  • Saber fazer perguntas de condução, que gerem visão ampliada e sistêmica
  • Saber ouvir, com atenção ao verbal e ao não-verbal
  • Ter foco no resultado pretendido, desafiando o Coachee para atingir o sucesso
  • Ser ético, identificando as informações que podem ser repassadas para a Empresa, nos projetos corporativos
  • Gostar de Gente e de vê-las crescer e florescer!

Você já parou para pensar em você? O quê, como e onde você quer chegar? Você não precisa esperar a situação ficar difícil para iniciar o processo de Coaching!

Lembre-se do Efeito Borboleta: pequenas mudanças no longo prazo fazem grandes diferenças!

Coaching Fátima Maciel - ilustração 2

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